Às 08 horas ocorreu a Comunicação V, com o seguinte:
A liberdade: um raio de luz na política dos "tempos sombrios"
Palestrante: André Luiz de Souza Filgueira
O problema do mal no cenário político contemporâneo: reflexões a partir de Hanhah Arendt
Palestrante: Georgeth Cortez Bitar de Souza
Hannah Arendt: o advento da tecnologia e seu impacto nas relações internacionais
Palestrante: Simone Fernandes Soares
Dia 30 Mar 2007 - sexta-feira - manhã
Das 10 horas às 12 horas aconteceu a Comunicação VI, com:
O cinema como instrumento de reflexão na sala de aula
Palestrante: Maria José Pereira Rocha
Vida e política: breve história de uma inversão de ordem
Palestrante: Daniel Silva Barbosa
O "milagre" da vida em Hannah Arendt
Palestrante: Carmelita Brito de Freitas Felício
Dia 30 Mar 2007 - sexta-feira - noite
Das 19 horas às 21:30 horas ocorreu a Conferência de Encerramento:
Palestrante: Julio Cabrera (UnB)
kabra@unb.br
Doutor em Filosofia (Universidad Nacional de Córdoba, UNC, Argentina)
Coordenadora: Carmelita Brito de Freitas Felício.
A filosofia da existência de meados do século XX (Heidegger, Sartre, Jaspers, e, no Brasil, Vicente Ferreira da Silva) apresentou uma descrição crua e realista da condição humana (com categorias como nada, má-fé, angústia, fracasso, etc.), mas depois entrou num impasse quando tentou edificar uma ética com base nessa descrição. Heidegger pensa, na "Carta sobre o Humanismo" numa "ética originária" e Sartre promete uma ética no fim de O ser o nada, que nunca vem à luz. Simone de Beauvoir tenta algumas reflexões sobre o que seria uma moral existencial, mas não vai muito longe. Sustento que o erro reside em querer constituir uma ética afirmativa sobre uma ontologia negativa, um projeto claramente impossível. A ética mesma deve se tornar negativa.
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